Hoje pela manhã foi realizada no plenário da câmara municipal a eleição para presidente e venceu o traidor do povo vereador Ivonil com a ajuda do prefeito Zé Neto, dando assim um presente de grego pra nossa cidade. O movimento Planaltina Limpa fez seu protesto e vai continuar fazendo até que se tenha política pública sem esquemas.
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21.12.10
20.12.10
Lançamento do Movimento Planaltina Limpa
Dia 19/12 aconteceu o primeiro ato do Movimento Planaltina limpa, um basta na corrupção.
Diante de tantas coisas erradas que estamos vendo em nosso município, uma das coisas que mais nos deixa indignados e ver a postura de alguns vereadores que mudaram de lado deixando a população revoltada, pois, assinaram o pedido de abertura da CPI contra o prefeito, mas dias depois ja estavam ocupando cargos de secretários. E alguns deles quando lhes convém ficam do lado do prefeito, depois faz juras na tribuna da câmara que está do lado do povo.
Nossa maior surpresa foi o Ivonil, um dos vereadores que mais criticou essa administração com provas, que jurou na tribuna da câmara estar sempre ao lado do povo planaltinense, e jamais aceitar um centavo ou favores, agora e candidato a presidente da câmara, com apoio do prefeito e seus aliados.
Traidor! O povo não merecia esse presente de Natal.
Será que esses vereadores terão a coragem de irem às ruas pedir o nosso voto em 2012?
Estamos de olho e vamos continuar de olho!
9.12.10
A Decadência da Política
Cidade e fica cada dia mais evidente.
O povo comenta que o Vereador Clovis Ornelas assumiu uma secretaria, que não serve pra nada, além é claro de ajudar ao prefeito Zé Neto a desviar recursos públicos. Depois veio o Vereador Pr André que se esconde por trás da fé de pessoas simples e humildes.
É estranho o Vereador Júnior Sintético agora dizer que apóia Zé Neto, na pré Campanha e na campanha ele participava até de movimento de morte de gato pra aparecer se dizendo contrário aos ventos que queria a cassação do Prefeito e agora já quer que o presidente da Câmara seja do grupo do Prefeito.
21.11.10
Localizado a cerca de 20 quilômetros da cidade-satélite do mesmo nome, o município de Planaltina, apesar de ser relativamente novo, tem uma história que se confunde com a de Brasília e inúmeros problemas sociais em conseqüência do excesso populacional e da falta de critérios na sua ocupação. Com a mudança da capital federal do Rio de Janeiro para Goiás, parte do município goiano de Planaltina, que já existia há 100 anos, ficou fora do quadrilátero estabelecido para o Distrito Federal.
Para essa parte, foi estabelecido o prazo de um ano para o assentamento de uma nova sede que funcionou, provisoriamente, perto da lagoa formosa, passando depois para São Gabriel de Goiás. O primeiro prefeito desse novo município foi Francisco Muniz Pignata. Ao seu sucessor na prefeitura, Eloi Pinto de Araújo, mineiro de Dores do Indaiá-MG ,no período de 1965 a 1969, coube a iniciativa de efetivar o assentamento da nova sede do município.
O local escolhido foi a Fazenda Brasília, de propriedade de Joaquim Gonçalves, conhecido por Joaquim Mineiro. Naquela área, identificada hoje por uma pedra fundamental, iniciou-se a construção do fórum do município, em 1967, que recebeu o nome de Planaltina, resultado de um plebiscito realizado no mesmo ano. O seu início apresentou inúmeras semelhanças com a própria construção da capital federal, entre elas, o desbravamento do cerrado capitaneado por um mineiro; os barracos de madeira que a princípio abrigaram os primeiros habitantes e os principais órgãos públicos municipais.
Por essas e outras coincidências, o município recebeu o apelido de"Brasilinha". "Estão construindo uma Brasilinha", diziam,conforme lembra o advogado Dirceu Ferreira Araújo, mineiro, detentor de um importante acervo de fotografias e documentos históricos e com o conhecimento de causa de quem mora na região desde 1955, sem contar o fato de que é filho do prefeito a quem coube o assentamento do município. Mas as coincidências com Brasília não param por aí. A cidade também tinha um planejamento de urbanização,com a área a ser ocupada previamente definida, de forma a facilitar a implantação dos serviços públicos básicos.
Essa área previa a ocupação, nos próximos 50 anos, de 22 mil lotes que abrigariam cinco pessoas, em média, o que significaria uma população de cerca de 110 mil habitantes em 2017. Em menos de 30 anos, a população já atingiu os 80 mil habitantes, de acordo com estimativas locais, que questionam os dados do censo de 1991, indicando uma população de apenas 42 mil habitantes.
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